A EM não pode me impedir de continuar ativa

Sonja, 29, Reino Unido

A EM foi um diagnóstico que chegou de repente, sem avisar. Fui hospitalizada com urgência em outubro de 2013 com suspeita de acidente vascular cerebral. Desde a hospitalização, fiquei com fraqueza do lado esquerdo e uma série de sintomas “invisíveis”. Porém, batalhei para aumentar e manter a força e a funcionalidade.

Trabalho como fonoaudióloga pediátrica substituta, o que tento fazer em meio período para que eu possa passar o tempo praticando canoagem, trabalhando como voluntária e ganhando novas habilidades e experiências.

A canoagem tem sido extraordinariamente importante para mim. Ela não só me ajudou na minha reabilitação física, mas também no meu bem-estar mental, proporcionando contato com a natureza e a oportunidade de fazer novos amigos. Ela também me trouxe metas a serem batidas, e foco na minha vida. Sem a canoagem, não sei se o meu corpo estaria tão forte como agora.

Acho fundamental se exercitar. Se você tem alguma fraqueza, não dê a ela a oportunidade de ficar ainda pior. Assuma o controle do seu destino físico fazendo o máximo de exercícios possível. Não digo correr uma maratona (embora isso possa ser bastante divertido!), mas começar devagar e fortalecer o corpo gradualmente com a ajuda de um bom fisioterapeuta. Quem pode prever as mudanças que você verá no seu corpo?